05/07/2005

Perdoar...até onde?

Perdoar é algo que nos ensinam ser correcto desde pequenos. Todos crecesmos a acreditar que perdoar os outros, por mais que nos magoem, é bom. É o que se deve fazer.

Mas até que ponto é que isso pode ser verdade? Será que devemos perdoar independentemente do mal que nos fizeram? Será que devemos perdoar, mesmo que não nos peçam desculpa? Até onde é que o nosso orgulho deve permanecer?

Para mim é muito complicado fazer esta distinção. Eu não sei se devo ou posso espezinhar o meu (pouco) orgulho, mandá-lo às urtigas e ouvir o que me diz o coração (que, regra geral, grita "perdoa" com todas as forças). É que há que pensar que às vezes o coração não é de todo o melhor conselheiro.

Ouvir o coração é muito fácil, mas, infelizmente, no mundo de hoje, começo a acreditar que já só os pobres dos sentimentalistas o fazem. Por isso mesmo, esses acabam sempre por cair no ridículo à vista das outras pessoas, dando uma imagem fraca deles próprios. Mas nada nos garante, por outro lado, que viveriamos num mundo melhor se todos ouvissem somente o coração.

Eu, no que me diz respeito, acho que faço parte dos sentimentalistas. Não me orgulho disso, afirmo mesmo que é algo contra o qual tenho andado a lutar com todas as forças, desde há uns tempos para cá, mas acho que é um clube muito difícil (senão impossível) de deixar. Vou continuar a perdoar quem me humilha e magoa, até a vida me forçar a mudar, me forçar definitivamente a fazer o contrário. Até lá, vou tentado orgulhar-me dessa pequena vantagem de que é sentimentalista, que é perdoar os outros sem guardae ressentimentos. Afinal de contas, até é isso que a bíblia nos aconselha. Se sou católica, devo honrar aquilo em que acredito!

Enfim... melhores dias virão!

16/06/2005

Trabalho de Online - O Jornalismo Online

O jornalismo online é conhecido por vários outros nomes, tais como webjornalismo, ciberjornalismo, jornalismo electrónico ou jornalismo digital. Este é um tipo de jornalismo que se tem desenvolvido de mãos dadas com a tecnologia da Internet. Inicialmente não passando de simples versões dos jornais impressos disponibilizadas em sítios da Internet, o jornalismo online foi criando o seu espaço e a sua independência, tornando-se em algo completamente à parte das versões impressas.

O webjornalismo tem várias características muito específicas. Uma delas é sem dúvida a instantaneidade. Enquanto que na versão impressa de um jornal, apenas lemos as notícias referentes ao dia anterior à sua publicação, o jornalismo electrónico permite-nos ler a informação mal ela acaba de acontecer. Isto é muito importante para os leitores mais exigentes, que procuram estar informados acerca de tudo o que se passa de novo.

Outra das suas características e a possibilidade de interactividade do leitor. O leitor sente-se tentado a comentar, a dar a sua opinião acerca daquilo que lê, para ser apoiado por outros leitores que pensem o mesmo que ele. Com o jornalismo online, isto tornou-se muito mais fácil e, o melhor, pode acontecer em tempo real. Além disto, a possibilidade de grande armazenamento de informação torna possível consultar facilmente notícias do passado, buscar informações que não são recentes, buscar os antecedentes de qualquer notícia.

O ciberjornalismo tem ainda a grande vantagem de poder fornecer uma informação mais completa e personalizada, que pode ser apoiada por outros suportes multimédia, tais como o áudio, o vídeo, a criação de hiperligações para sítios onde o assunto seja também abordado ou mesmo a utilização de imagens com qualidade infinitamente superior à que se consegue pela impressão.

Apresentando todas estas vantagens no que diz respeito às versões impressas de qualquer jornal, o jornalismo online foi ganhando cada vez mais popularidade entre os ciberbnautas, levando mesmo à criação de alguns jornais que funcionam somente online, como é o caso do Portugal Diário ou o Diário Digital.

02/06/2005

Trabalho de Online - Tráfico de Influencias no Caso dos Sobreiros

O ex-dirigente do CDS/PP, Abel Pinheiro e ainda alguns ex-ministros do antigo governo de coligação PSD-CDS/PP foram constituídos arguidos num caso de tráfico de influências. No despoletar do caso está um despacho, assinado pelos então ministros da Agricultura, Costa Neves, do Turismo, Telmo Correia e do Ambiente, Nobre Guedes.

Este despacho favorecia um projecto da empresa Portucale, pertencente ao Grupo Espírito Santo, para a construção de um empreendimento turístico na Herdade da Vargem Fresca, em Benavente, sendo que para isso seria necessário o abate de 2605 sobreiros.

Há cerca de dez anos que a Portucale tentava concretizar este projecto, algo que nunca lhe foi permitido devido à legislação de protecção do sobreiro em vigor. Assim, para a realização deste projecto, ele teria de ser considerado de utilidade publica por entidades competentes.

Na base desta acusação aos ministros, estão mais de cinco mil gravações de conversas telefónicas, gravadas num período de cinco meses, que ocorreram entre a dissolução do governo e as eleições legislativas de 20 de Fevereiro. As conversas dessas gravações envolvem Nobre Guedes e ainda três administradores do Grupo Espírito Santo, Luís Horta e Costa, José Manuel Sousa e Carlos Calvário, que foram também constituídos arguidos neste caso.

Segundo os documentos oficiais, este documento terá sido concluído quatro dias antes das eleições, ou seja, a 16 de Fevereiro. No entanto, a SIC apresentou recentemente provas de que, na verdade, o despacho só terá ficado totalmente concluído a 28 de Fevereiro, oito dias após as eleições que retirar este governo do poder, o que agrava ainda mais as acusações contra os envolvidos neste processo.

O abate dos sobreiros em questão foi impedido por ambientalistas da Quercos, que se fizeram ouvir junto dos tribunais, levando o actual ministro da Agricultura, Jaime da Silva, a rever o caso e a revogar o despacho, a 26 de Março.

Devido a esta ilegalidade cometida por ministros do governo de Santana Lopes (da qual o ex primeiro-ministro afirma não ter tido de todo conhecimento), os actuais ministros estão a rever todas as medidas e actuações do antigo governo, pelo menos as da altura em que este supostamente devia apenas ter tomado apenas as atitudes estritamente necessárias (e só essas) para a administração do país, uma vez que estava simplesmente em gestão.

Em que consiste o Tráfico de Influências?
O tráfico de influências consiste numa troca de favores pessoais, aproveitando cargos de superioridade, para favorecimento político, financeiro, partidário, etc.
É um crime que pressupõem o contorno da lei através do uso da superioridade hierárquica de um qualquer cargo.
No Caso Portucale, o tráfico de influências aconteceu por parte dos ministros que assinaram o despacho que permitia o abate dos sobreiros em Benavente. O abate dos sobreiros para a construção do empreendimento turístico era proibido devido a uma lei proteccionista destas árvores. Assim, tentou-se contornar esta lei através da assinatura do despacho pelos ministros do Ambiente, Turismo e Agricultura, viabilizando, assim, um projecto que deveria ser rejeitado.

30/05/2005

Porque é tudo tão fútil?!

Todos os dias, no mundo dos ricos e famosos, se fazem e desfazem relações. Ninguém pode jamais afirmar que este mundo não o atrai (segundo parece, a não ser que já tenha estado nele!), mas porque é que todas as pessoas nele envolvidas são tão fúteis em relação às coisas mais importantes da vida?

Isto faz-me pensar que, de facto, talvez o problema seja realmente o excesso de liberdade. A natureza humana parece passar pelo controlo compulsivo. Na altura dos regimes totalitários, em que tudo o que se fazia e dizia era controlado e as pessoas eram punidas pelos seus erros, havia algo que infelizmente hoje parece extinto: o respeito. Por si e pelos outros.

Não estou de todo a defender os regimes totalitários, a censura ou algo que a isso se assemelhe! Só que simplesmente acho que as pessoas se deviam respeitar mais umas às outras, acreditar apenas no que é verdadeiro, tentar ao máximo não cometer erros ou mesmo barbaridades.

Com isto, pretendo sublinhar principalmente aquelas estrelas de Hollywood que conhecem alguém que lhes faz uma data de elogios e decidem imediatamente que essa é a pessoa certa para elas. A maior parte acaba por descobrir que o que encanta verdadeiramente a outra pessoa em relação a si não é o que é, mas sim o que demonstra ser nos jornais, nas revistas, na televisão. Já para não falar na tão usual e simples ganância.

Como é que podemos pensar que conseguimos passar a vida com uma pessoa após uma semana de convivência? O que sabemos nós realmente acerca dessa pessoa (e vice-versa), se talvez nem num ano a conheçamos realmente? Às vezes nem numa vida se conhece! Podemos passar a vida ao lado de alguém e vir a descobrir, anos e anos depois, que essa pessoa é totalemte o oposto do retrato que lhe pintamos.

Por outro lado, acho que também não é bom viver dentro de uma comcha, com medo de tudo. Com medo de viver. Nem oito nem oitenta.
Devemos, sim, viver, mas sem futilidades. Sendo verdadeiro connosco e com os outros.

If I wear a mask I can fool the world but I cannot fool my heart!

29/04/2005

Trabalho de Online - Apreciação dos sites de informação portugueses

Os sites de informação portugueses, no geral, têm muito conteúdo, mas isso também se pode tornar num problema, já que muitos deles (a maior parte, na verdade), acabam por parecer demasiado atravancados e de difícil leitura. O público tem que ler acerca de tudo durante a sua busca pelas notícias que lhe interessam.

Alguns dos sites exigem pagameno para a prestação de certos serviços, como acontece com o “Público”. É certo que isto se pode tornar numa verdadeira fonte de rendimentos, mas não me parece muito correcto. Afinal, supostamente, a informação devia ser o mais gratuita possível, já que visa atingir o maior número de pessoas possível.

Também notei alguma falta de grafismo em alguns sites. Devia-se talvez apostar um pouco mais na cor e no seccionamento (um seccionamente mais apelativo e perceptível) das informações presentes no site, o que certamente o tornaria muito mais apelativo e de agradável leitura.

A maior parte dos sites disponibiliza já a possibilidade de comentário por parte do leitor das notícias, o que sublinha a preocupação com a intractividade para com o público. No entanto, também seria de esperar que os contactos dos responsáveis estivessem um pouco mais acessíveis e destacados. A maior parte dos sites tem o separador dos contactos em último lugar, o mais abaixo possível. Talvez fosse bom o leitor intervir não só com os outros leitores no comentário dos artigos no site, mas também com os seus responsáveis, enviando críticas e sugestões. Ao fornecer os contactos em lugar de tão pouco destaque (ou mesmo não os fornecendo de todo), acaba por se desencorajar o leitor.

Certos sites deviam apostar também na exibição de vídeos ou trechos de programas radiofónicos (e até mesmo de imagens e ilustrações, incrivelmente tão raras) para enriquecer os seus conteúdos. Apenas os sites das rádios e televisões possuem estas facilidades, ainda que muito pouco desenvolvidas. Há ainda a destacar que, a nível de informações de actualidade, a possibilidade de exibição de vídeos de reportagem é mesmo muito rara, senão inexistente. Seria de esperar que os sites das televisões, pelo menos, nos possibilitassem não só os trailers de séries e concursos, mas também de informação.

13/04/2005

Trabalho de Online - Blogues, wikis e RSS

O mundo das novas tecnologias está em constante evolução, pelo que os termos a ele referentes também têm que estar. Todos os dias aparecem novas palavras para designar novas coisas, principalmente neste meio.
Assim, para todos os interessados, ficam algumas definições dos mais recentes termos utilizados no mundo da informática.

O que são blogues?

Este é um termo que anda nas bocas de todos. É o último fenómeno a nível de interacção de pessoas através da Internet.

Blogue é um diminutivo de weblog. Não há definições consensuais acerca de o que são blogues, mas pode afirmar-se de que se tratam de registos cronológicos que podem ser frequentemente actualizados, de opiniões, factos, emoções, etc. Através deles pode-se estabelecer uma discussão sobre um determinado assunto que o autor queira disponibilizar.

O fenómeno blogue apareceu, na verdade, em 1 de Abril de 1997, data em que foi feito o primeiro post (entrada de texto) num blog. Em Portugal, só em 2002 começou a tornar-se popular. O primeiro blogue português conhecido pertence ao jornalista António Granada e chama-se Ponto Media. Tem já três anos.
Fontes: Sapo

O que são wikis?

Os termos wiki e WikiWiki são utilizados para designar um determinado tipo de colecção de documentos em hiper texto ou o software colaborativo que foi utilizado para a sala criação.

O software permite a edição colectiva dos documentos, usando um singelo sistema e sem que o conteúdo tenha que ser revisado antes da sua publicação, com uma linguagem de marcação muito simples, apenas através da utilização de um navegador web.

Nos wikis tradicionais, aparecem três representações diferentes do texto: o código em HTML, a página resultante do código da sua edição pelo web browser e o código – editado em HTML – que o servidor produziu.
Fontes: Wikipédia

O que é o RSS?

Ainda não há um consenso acerca do significado desta sigla, pelo que se torna interessante o facto de cada site da Internet ser livre para lhe dar a definição que parecer mais correcta ao seu criador, o que torna difícil o esclarecimento.

O RSS é um formato, baseado em XMl, que permite a partilha simples de conteúdos web. Permite também criar e partilhar facilmente conteúdos e integrá-los em portais ou sites da Internet, podendo os seus utilizadores ter acesso facilitado a esses conteúdos, através do seu navegador de Internet ou outras ferramentas.

Alguns dos nomes que se podem atribuir ao RSS são:
· Really Simple Syndication
· Rich Site Summary
· RDF Site Summary
· Rich Site Syndication
· Rich Syndication Standard
Fontes: Caixa Mágica

06/04/2005

O melhor do mundo são as crianças...

É um facto adquirido para todo e qualquer ser humano com o mínimo de sensibilidade que o melhor que existe neste mundo são mesmo as crianças. Mas será que todos pensam assim?
Com o relativamente recente aparecimento do caso Casa Pia, o assunto da pedofilia tornou-se num assunto em voga. É-nos incompreensível como é que as crianças podem ser usadas desta forma, para estes fins. E isto torna-se ainda mais grave quando as pessoas que usam estas crianças são nem mais nem menos do que pessoas que todos conhecemos, ligadas à política, ao entretenimento, etc. Figuras públicas.

Li recentemente um artigo publicado na revista Selecções do Reader’s Digest que me tocou profundamente. Este artigo explicitava a forma como o actual governo do Cambodja «fecha os olhos» à prostituição infantil devido aos lucros a nível turístico que este negócio traz ao país.
É verdade que o Cambodja é um país do terceiro mundo com muitas dificuldades económicas, mas como é possível que o governo possa simplesmente ignorar o facto de crianças a partir dos quatro anos de idade serem todos os dias vendidas a bordéis por amigos ou mesmo por familiares? Por pessoas que supostamente as deveriam proteger e cuidar delas. Como se explica o facto de a idade média dos trabalhadores do sexo neste país ser de 15 anos?

Segundo o artigo, as raparigas mais novas são vendidas aos bordéis, onde são muitas vezes drogadas e forçadas a manter relações sexuais em troca dinheiro. Dinheiro esse que, na maior parte dos casos, não chegam nem a ver. Mas há ainda o caso das raparigas que decidem sair de casa, ir para outras cidades, mediante promessa de emprego estável que muitas vezes lhes chegam por amigos. Uma vez longe de suas casas, as raparigas são vendidas aos bordéis...

São raras as raparigas que conseguem escapar a este tipo de vida. A maior parte morre muito jovem, devido às doenças como a sida, que são muitíssimo comuns neste tipo de bordéis. Às que não morrem, resta-lhes a esperança de um dia serem resgatadas por uma das bastante escassas rusgas policiais que por vezes são feitas a este tipo de lugares. Muitas acalentam ainda a esperança de que alguém as salve, por isso escrevem cartas a homens estrangeiros com quem mantém relações sexuais, cartas essas que começam sempre com: «Amo-te tanto. Gostava que me viesses buscar.»

Mas ninguém as vai buscar. Ninguém se importa. E, assim, o Cambodja tornou-se num autêntico paraíso para os pedófilos de todo o mundo. O Cambodja tem, assim, uma grande afluência turística que pode melhorar a sua precária situação financeira. E tudo isto graças às crianças…

Dia Internacional da Mulher

No dia 8 de Março comemora-se o dia internacional da mulher. Mas isso não muda absolutamente nada!

A descriminação continua. A mulher continua a ser um ser submisso e secundário em muitos países de Leste. Mas o que é ainda mais revoltante é estas mulheres serem educadas para que assim sejam. Muitas chegam aos países desenvolvidos e estranham a vida pecaminosa que neles se leva. Parece-lhes inconcebível que as mulheres trabalhem fora de casa, sejam independentes, usem mini-saias ou tops acima do umbigo e possam perder a tão sagrada virgindade antes do casamento.

Alias, muitas destas mulheres que acabam em países deste tipo, simplesmente não se adaptam a tão profana forma de vida e voltam para a prisão de onde saíram.

Para nós, ocidentais, não tem cabimento que as mulheres possam resumir-se a servidoras dos homens destes países, tendo como único objectivo cuidar destes e dos filhos que estes decidirem que elas devem ter.

Este é um tema muito debatido, principalmente devido à falta de respeito pelos direitos humanos que esta atitude pressupõe, mas o facto é que muito se fala mas nada se faz. Quase se podia utilizar a conhecida frase «Falam, falam, falam, falam, mas não os vemos a fazer nada».
Não me parece possível que, em pleno século XXI ainda possa haver uma barbaridade chamada mutilação, que é frequentemente imposta às mulheres de certos países, como condição para se casarem. Alias, acho mesmo que se não houvessem conhecidos casos e provas vivas de que isto realmente acontece, eu iria achar que se tratava de uma invenção, tal como o papão, para assustar, para nos fazer crer que a vida que levamos não é tão má assim, que há quem esteja em pior situação. Só que não é…

Por outro lado, neste tipo de países, mudar a tradição também pode ser muito complicado, como se sabe. A mudança de mentalidades seria um processo muito longo, que poderia mesmo levar séculos até que as pessoas se convencessem. Haverá sempre quem achasse que o que a avó dizia ou o que fizeram à avó é que era correcto. Isso é que era tradição. Isso é que era perfeitamente aceitável e necessário.

Por incrível que pareça, grande parte destes rituais bárbaros estão ligados à religião, tal qual como, por exemplo, os ataques suicidas. Na minha opinião, a religião devia ser algo que confortasse as pessoas nos seus maus momentos, que lhes desse algumas esperanças num mundo melhor, uma forma de refúgio e salvação. Mas como é que a religião pode ser isso se se acreditar que, segundo ela, só os homens têm direitos e podem fazer o que lhes dá na “real gana”, sendo a função da mulher aceitar e ainda exaltar tudo o que este faça, seja ou não bom.
A população mundial feminina está cada vez mais a aumentar, enquanto a masculina decresce.

Hoje em dia, nascem muito mais bebés do sexo feminino do que do sexo masculino. Diz-se mesmo que em breve as mulheres governarão o mundo. Eu digo que finalmente Deus apercebeu-se do quanto estava errado quando decidiu que os homens governariam o mundo e está, pouco a poço, a corrigir esse seu erro. Se não os conseguimos vencer em força, conseguiremos, com certeza, vencê-los em número.

Não sou feminista, mas simplesmente acho que a mulher ainda agora começou a preparação para um longo reinado para o qual o homem claramente não estava lá muito preparado. Agora, simplesmente, acredito que seja a vez da mulher tentar. Se também esta não conseguir tornar o mundo num sítio melhor, será de novo a vez de Deus fazer justiça.

Felizmente, Deus escreve direito por linhas tortas…

01/04/2005

A criação deste blog

Este blogue foi criado para a disciplina de TEJ-Online. Serviu para muitos como primeiro contacto com a blogosfera.